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Configurar a área de trabalho e a fonte
Um snap tab com forma (ou um aplique/patch com forma) pode parecer enganadoramente simples quando o temos na mão — apenas um nome, um contorno e uma mola (snap). No entanto, a qualidade da peça final decide-se muito antes de a máquina dar o primeiro ponto. Decide-se no software.
Neste tutorial em formato de masterclass, não se trata apenas de “usar o software”; trata-se de construir um plano técnico. Vai aprender a criar um contorno limpo e contínuo no Embird (embora os princípios sejam aplicáveis a Wilcom, Hatch ou Brilliance) e, depois, a transformar esse contorno num fluxo “In-The-Hoop” (ITH) com várias paragens. Isto permite colocar e fixar o vinil com controlo total.
Vai ver como a Donna executa este processo:
- Seleção estratégica de fonte: Escolher uma fonte (Samantha) e dimensioná-la para um campo 5x7.
- Contorno manual: Criar uma “nuvem” com nós colocados à mão, em vez de depender de ferramentas automáticas pouco fiáveis.
- Design modular: Importar um modelo de snap tab já digitalizado (.EOF) e fundi-lo com a “bolha” do nome.
- Lógica de percurso: Ajustar pontos de início/fim e inserir “nós de ponte” para eliminar pontos de salto.
- Camadas ITH: Duplicar o contorno para criar camadas de Colocação (Placement) e de Fixação (Tack-down) para um acabamento profissional em vinil.

O que este projeto é (e no que se pode transformar)
A Donna apresenta isto como um fluxo para snap tabs, mas vale a pena olhar para o quadro geral. A lógica de digitalização que vai aprender é uma competência-base para três aplicações muito comuns:
- Porta-chaves tipo snap tab: Personalizados para escolas, equipas, eventos e lembranças.
- Apliques com forma: Aplicação direta em sweatshirts, casacos mais pesados, etc.
- Etiquetas para sacos/duffel bags: Identificação resistente e autónoma.
O “segredo” não é a fonte — é a lógica do contorno. O contorno tem de respeitar o “push/pull” (empurrar/puxar) do material: suficientemente perto para ficar coeso, mas com folga para não criar aperto visual, perfuração excessiva ou ruturas.
Porque é que o bastidor 5x7 é importante aqui
No vídeo, a Donna refere que está a trabalhar num bastidor 5x7 e que o texto mede um pouco mais de 3,5 polegadas. Isto é uma decisão de “zona segura”: deixa espaço negativo suficiente para a “cauda” do snap tab sem encostar aos limites do campo de bordado.
No entanto, quando se trabalha com vinil (ou materiais rígidos) num bastidor tradicional de aperto por parafuso, surge um problema físico: marcas do bastidor. A pressão e fricção necessárias para segurar materiais mais rígidos podem deixar marcas permanentes em materiais sensíveis.
Melhoria de fluxo de trabalho: Se a intenção é bordar isto numa máquina doméstica e manter um acabamento sem marcas, aqui o hardware pesa tanto como o software. Passar para um bastidor de bordado magnético 5x7 para Brother pode ajudar neste tipo de trabalho: a fixação por força magnética reduz a necessidade de aperto mecânico e facilita técnicas de “flutuação” (quando se coloca o vinil por cima do estabilizador e se prende com fita), sem estar constantemente a mexer em parafusos.


Passo 1 — Escrever o nome e gerar pontos
O início parece simples, mas há um ponto de controlo importante:
- Selecionar a fonte: A Donna escolhe Samantha (script, com detalhes finos).
- Inserir o texto: Escrever o nome (no exemplo, “Donna”).
- Verificação na grelha: Confirmar o tamanho no ecrã (aprox. 3,5 polegadas de comprimento).
- Gerar pontos: Converter o objeto em dados de bordado (e validar na simulação).

Ponto de controlo: Depois de gerar os pontos, observar o aspeto das letras. Estão demasiado finas?
Resultado esperado: Um nome legível, com “peso” visual suficiente.
Dica prática (nível de experiência): A Donna menciona que uma fonte mais “cheia” costuma resultar melhor em snap tabs. Motivo: colunas de cetim mais largas têm mais “estrutura” e resistem melhor quando se remove o estabilizador. Em vinil, letras muito finas podem ficar frágeis e deformar com mais facilidade.
Atenção: segurança na máquina. Ao testar bordados, manter os dedos fora da zona da agulha. Mesmo um projeto “de software” passa rapidamente a ser físico. Se usar um bastidor magnético, ter atenção à força de aperto: pode prender a pele com facilidade.
Digitalizar manualmente um contorno com forma
O contorno é onde muitos digitalizadores ganham ou perdem o trabalho. É comum cair na tentação de usar ferramentas de “Auto-Outline”, que podem gerar formas irregulares e pouco orgânicas. A Donna mostra a abordagem mais controlada: colocar nós manualmente para criar um contorno fluido, tipo “nuvem”.

Passo 2 — Criar o contorno com nós
A abordagem ponto-a-ponto dá controlo total:
- Selecionar a ferramenta de ponto manual / ponto corrido (run stitch).
- Iniciar o contorno perto do texto, mas sem tocar.
- Clique esquerdo para colocar nós (no Embird, a forma de gerir curvas depende das definições e do tipo de nó).
- Manter a linha suave e arredondada — pensar em “nuvem”, não em ângulos agressivos.
- Continuar até fechar o contorno.

Opções de tipo de ponto (referidas no vídeo)
A Donna indica três opções válidas para esta linha:
- Ponto simples (Single stitch): útil para linhas de colocação (que ficam escondidas no final).
- Red Work: uma linha mais marcada, com passagem reforçada.
- Triple Bean: muito resistente para peças de uso intenso (porta-chaves), mas mais demorado a bordar.
Porque “não demasiado perto” faz diferença (a física por trás)
Este é um dos erros mais comuns. Porque não encostar o contorno às letras?
Push/Pull (empurrar/puxar): O cetim das letras tende a “puxar” o material e a criar volume. Se o contorno (ponto corrido) ficar demasiado colado, podem surgir dois problemas:
- Aperto visual: o contorno parece “morder” as letras.
- Perfuração/fragilidade: uma linha de perfurações muito próxima de pontos densos pode enfraquecer vinil/tecido.
Objetivo prático: Manter uma folga visível e consistente à volta das letras. (No vídeo, a recomendação é não ficar “terrivelmente perto”; a distância exata depende do tamanho do lettering e do material.)
Corrigir um nó colocado por engano (resolução no vídeo)
A Donna mostra uma correção em tempo real:
- Sintoma: um “cotovelo”/quebra inesperada no contorno.
- Causa: clique errado durante a colocação manual.
- Correção: clique direito → Delete para remover o último nó colocado.
Importar e fundir modelos de snap tab
Depois de existir a “bolha do nome”, falta a parte mecânica: o snap tab. A Donna importa um ficheiro já preparado — isto é engenharia modular aplicada ao bordado.

Passo 3 — Importar o modelo de snap tab (.EOF)
Fluxo mostrado:
- Ir a Design → Import.
- Navegar até à biblioteca/pasta (a Donna seleciona Snap Tab.EOF).
- Importar para a área de trabalho atual.

Ponto de controlo: Deve ver o contorno do snap tab (a “cauda”) ao lado do contorno do nome. Nesta fase, são dois objetos separados.
Resultado esperado: Dois objetos distintos no ecrã: o Contorno Personalizado e o Modelo de Tab.
Estratégia de reutilização (porque guardar a cauda em separado)
A Donna recomenda guardar a parte do tab em separado para reutilização. Isto é pensamento de produção:
- A “cauda” do tab é uma constante (mantém a geometria para as molas).
- A bolha do nome é a variável (muda em cada encomenda).
Ao manter a cauda como ficheiro .EOF (ou na biblioteca), reduz retrabalho e mantém consistência.
Alinhar o tab com a bolha
A Donna move o tab para sobrepor ligeiramente a bolha do nome.

Verificação visual: A sobreposição deve ser suficiente para criar uma ligação sólida.
- Pouca sobreposição: ligação fraca.
- Demasiada sobreposição: aspeto pesado.
Edição avançada de nós para percursos contínuos
Aqui está o núcleo do tutorial: transformar dois contornos separados (Bolha + Tab) num único percurso contínuo. Se isto falhar, a máquina vai terminar um objeto, cortar/transportar e iniciar o outro — deixando um ponto de salto e aumentando o tempo de ciclo.

Passo 4 — Controlar pontos de início/fim e ligar as formas
Requer calma e método. Sequência alinhada com o que a Donna faz:
- Ordem: Garantir que os objetos estão na ordem pretendida.
- Modo de edição: Entrar em edição de nós.
- Início/Fim: Ajustar o fim do primeiro contorno e o início do segundo para ficarem próximos na zona de sobreposição.
- “Ponte”: Inserir novos nós onde é necessário criar a ligação.
- Unir e suavizar: Arrastar nós para encostar as linhas e ajustar a transição.



O hábito de “simular primeiro” (evita pontos de salto)
Antes de exportar, a Donna usa o simulador. É aí que deteta um erro de percurso: uma linha atravessa o desenho.
- Sintoma: aparece um ponto de salto (linha de deslocação) a atravessar o trabalho.
- Causa: o objeto A termina longe do ponto onde o objeto B começa.
- Correção: usar a ferramenta de edição de Start/End e reposicionar os marcadores para que o percurso “flua” como se estivesse a desenhar sem levantar o lápis.
Nota técnica: o que um “percurso contínuo” traz na prática
Vale a pena por três razões:
- Acabamento: menos nós de remate e menos pontas para cortar.
- Resistência: uma linha contínua (ex.: Triple Bean) tende a ser mais robusta do que duas linhas que apenas se encontram.
- Tempo: cada corte/trim acrescenta tempo ao ciclo.
Quando a montagem no bastidor passa a ser o gargalo
Depois de dominar esta digitalização, é comum começar a produzir em série. Nessa altura, o gargalo deixa de ser o software e passa a ser a montagem no bastidor.
Bastidores de aperto por parafuso são mais lentos em volume. Em lotes grandes, a repetição cansa e aumenta a variabilidade.
- Sinal: a fase de montar no bastidor custa mais do que a fase de bordar.
- Evolução natural: recorrer a colocação de bastidor para máquina de bordar (estações) ou a bastidores de bordado magnéticos para acelerar e manter tensão consistente.
Criar camadas de Colocação e Fixação (Tack-down) para vinil
Para transformar isto num projeto ITH, é preciso “forçar” paragens na máquina para adicionar materiais. Faz-se isso com mudanças de cor (a máquina interpreta como: “cor X, parar; cor Y, parar”).

Passo 5 — Duplicar o contorno e atribuir cores de paragem
Método da Donna:
- Copiar o contorno final já fundido.
- Colar duas vezes (ficam 3 camadas lógicas do mesmo contorno).
- Camada 1 (Placement): colocar no início e mudar a cor (ex.: Azul). Função: marcar onde colocar o vinil.
- Camada 2 (Tack-down): colocar a seguir e mudar a cor (ex.: Vermelho). Função: prender o vinil para não deslizar.
- Camada 3 (Final): correr no fim, depois do nome, com outra cor (ex.: Verde). Função: contorno final visível.

Escolha do tipo de ponto para linhas de colocação
Para as camadas de Colocação e Fixação, a Donna trabalha com ponto corrido (run stitch). A ideia é segurar sem criar volume desnecessário por baixo do contorno final.
Quando cortar o vinil (timing da Donna)
A Donna aconselha não cortar o vinil até ao fim.
- Risco de cortar cedo: se cortar demasiado justo após o tack-down, qualquer pequena diferença no contorno final pode deixar bordas expostas.
- Abordagem segura: deixar o vinil maior, bordar tudo, retirar do bastidor e só então recortar manualmente.
Curiosidade sobre ferramentas automáticas (a partir dos comentários)
Há interesse em ver mais sobre ferramentas automáticas do Embird (ex.: “tree” e Auto Outliner). Mesmo existindo automação, esta edição manual de nós continua a ser a competência que permite corrigir ficheiros quando o automático não entrega um contorno limpo.

Preparação (consumíveis “escondidos” e verificações)
O sucesso no software não garante sucesso na máquina. Preparar materiais e validar antes do primeiro teste evita desperdício.
Consumíveis úteis a ter prontos
- Material de teste: não começar no melhor vinil; usar um recorte.
- Estabilizador: para snap tabs, o tearaway é comum; para aplique em camisolas/tecidos de malha, um cutaway (ex.: malha) é mais seguro.
- Fita: fita de bordado/baixa cola para segurar o vinil durante o tack-down.
- Agulha adequada: uma agulha afiada ajuda a perfurar vinil com menos esforço.
- Tesoura de aplique: facilita o recorte final com mais controlo.
Checklist antes de fazer o primeiro teste
- [ ] Bastidor: confirmar no software que cabe no bastidor 5x7 e que o bastidor está disponível.
- [ ] Percurso: correr o simulador. Existe algum ponto de salto? Se sim, voltar ao Passo 4.
- [ ] Folga: ampliar e confirmar que o contorno não está colado às letras.
- [ ] Camadas: confirmar que existem paragens por cor suficientes (Placement → Tack-down → Final).
- [ ] Vinil: cortar o vinil com margem suficiente para cobrir a área de colocação.
- [ ] Bobina: garantir bobina com linha suficiente para evitar paragens a meio.
Atenção: segurança com ímanes. Se usar um bastidor de bordado magnético para brother (ou sistema semelhante), manusear com cuidado. Ímanes fortes podem prender a pele e podem interferir com dispositivos médicos. Guardar separados e evitar que “fechem” sem separador.
Configuração
Esta secção traduz o ficheiro digital para a configuração na máquina.
Configuração no software (como no vídeo)
- Bastidor: 5x7
- Fonte: Samantha (ou script semelhante)
- Tipos de ponto: ponto corrido para colocação; contorno final conforme opção (a Donna menciona Red Work/Triple Bean)
Árvore de decisão: estabilizador + abordagem de montagem no bastidor
Usar esta lógica para decidir a preparação:
1. Qual é o produto final?
- Porta-chaves / Snap tab (vinil):
- Estabilizador: tearaway de gramagem média.
- Montagem no bastidor: montar no bastidor apenas o estabilizador e “flutuar” o vinil por cima.
- Ponto crítico: garantir que a fita segura até ao tack-down.
- Aplique em peça de roupa:
- Estabilizador: cutaway adequado ao tecido.
- Montagem no bastidor: normalmente implica montar no bastidor a própria peça.
2. Qual é o volume?
- Peça única: bastidores standard podem ser suficientes.
- Lote (20+): a repetição pesa. Uma estação de colocação de bastidores para bordado ajuda a manter consistência e ritmo.
3. Está a tentar evitar marcas do bastidor?
- Em materiais sensíveis, um bastidor magnético pode reduzir marcas e acelerar a colocação.
Checklist de configuração (antes do primeiro bordado real)
- [ ] Sequência: mapear as cores para saber onde a máquina vai parar.
- [ ] Vinil de trás: ter a peça de vinil de reforço pronta (se for usar) e fita preparada.
- [ ] Agulha: confirmar que está afiada e em bom estado.
- [ ] Modelo: guardar a “cauda” do tab como ficheiro separado para reutilização.
Operação
Execução física típica de um snap tab ITH, alinhada com a lógica de camadas:
Sequência de bordado (lógica de stitch-out)
- Passagem de Colocação (Cor 1): a máquina faz a linha de colocação no estabilizador.
- Ação: parar e posicionar o vinil por cima da linha (com fita).
- Passagem de Fixação (Cor 2): a máquina prende o vinil.
- Verificação rápida: confirmar que o vinil não levanta nas pontas.
- Decoração (Cores seguintes): bordar o nome.
- Pausa crítica antes do contorno final: criar uma paragem (cor extra) para permitir colocar vinil no verso e fixar com fita, se necessário.
- Contorno final (última cor): fechar o “sanduíche” (vinil/estabilizador/vinil) com o contorno final.
Pontos de controlo e resultados esperados
- Após o tack-down: o vinil deve ficar estável.
- Após o nome: o texto deve estar centrado e sem distorção visível.
- Após o contorno final: as camadas devem ficar alinhadas e bem seladas.
Checklist de controlo no fim
- [ ] Pontos de salto: existem fios longos a cortar? (idealmente, não).
- [ ] Transição: a ligação entre tab e bolha está suave?
- [ ] Alinhamento: o contorno mantém uma folga consistente em torno das letras?
- [ ] Molas (snaps): ao aplicar, ficam direitas e centradas?
Verificações de qualidade
A Donna refere centrar e suavizar ângulos. Eis como avaliar o ficheiro de forma profissional.
Equilíbrio visual
Ao afastar (no ecrã ou impresso), a “nuvem” parece orgânica? Se parecer um retângulo arredondado, pode faltar suavidade/ajuste de nós.
Comportamento do material
O vinil é pouco tolerante a perfuração excessiva. Se o ponto estiver demasiado curto/denso, pode criar uma linha de rasgo.
Se houver desfasamento entre a linha de colocação e o contorno final, é sinal de instabilidade durante a montagem no bastidor ou de material a mexer entre paragens.
Resolução de problemas
Se algo correr mal, diagnosticar antes de “mexer ao acaso”.
| Sintoma | Causa provável | Correção rápida |
|---|---|---|
| “Quebra”/cotovelo no contorno | Nó mal colocado durante a digitalização. | Clique direito → apagar o último nó; refazer a curva. |
| Ponto de salto a atravessar o desenho | Início/fim desalinhados entre objetos. | Ajustar Start/End para que o percurso seja contínuo. |
| Vinil rasga no contorno | Perfuração excessiva (pontos demasiado próximos). | Aumentar o comprimento do ponto corrido e evitar excesso de densidade no contorno. |
| O contorno “morde” o texto | Contorno demasiado próximo das letras. | Afastar os nós do contorno para fora e voltar a simular. |
| Marcas do bastidor no vinil | Pressão/fricção de bastidor tradicional. | Considerar um bastidor de bordado dime de estilo magnético ou um bastidor de bordado snap hoop para brother compatível. |
| Vinil “empola” no centro | Vinil flutuado sem fixação suficiente. | Reforçar a fita e garantir que o tack-down corre imediatamente após a colocação. |
Resultados
Ao seguir o fluxo da Donna e aplicar estas boas práticas, o resultado não é apenas um “nome bordado”. Fica com um ficheiro:
- Mais seguro: com menos risco de problemas por percurso mal definido.
- Mais eficiente: com paragens por cor bem pensadas e menos desperdício de tempo.
- Reutilizável: com um modelo de tab modular pronto para o próximo nome.
O resultado final é um snap tab limpo, com contorno consistente e uma forma “nuvem” equilibrada — a diferença entre um aspeto amador e um acabamento profissional.
