Aviso de direitos de autor
Índice
Importar e preparar a imagem de referência
Um bordado limpo começa muito antes de clicar em “Send to Machine” (Enviar para a máquina). No mundo da digitalização profissional, o ficheiro de bordado não é uma “imagem”: é um conjunto de instruções lógicas para a agulha. Neste projecto, vai digitalizar uma grinalda de lâmpadas de Natal de raiz no Brother PE-Design 10.
No entanto, a verdadeira lição aqui não é apenas “desenhar” uma lâmpada. É lógica de percurso (pathing): optimizar o caminho de costura para que o desenho corra de forma contínua, com o mínimo de cortes. Em configuração de uma só agulha, esta abordagem poupa tempo e evita o “ninho” de linhas de salto que estraga o avesso da peça.
Vai construir uma lâmpada “mestre” (corpo + base + brilho), duplicá-la para criar o conjunto, desenhar o fio de ligação, adicionar um monograma e, por fim, fazer o passo que muitos iniciantes ignoram: sequenciação manual para eliminar os saltos automáticos criados pela ordem padrão do software.

Para quem é este guia
Este guia destina-se a utilizadores intermédios de PE-Design e a bordadores à máquina que já dominam objectos básicos (enchimento, satin/coluna, linha), mas ficam frustrados com ficheiros “sujos” em produção. Se é habitual perder mais tempo a cortar pontas de linha do que a bordar, este fluxo de trabalho é para si.
Porque é que a mentalidade de “percurso contínuo” é importante
Visualmente, o desenho pode parecer ligado no ecrã. Mas a máquina não “vê” o desenho — segue a lista de sequência. Se o fim da base da primeira lâmpada não fluir logicamente para o início do fio, a máquina tem de parar, cortar (ou saltar), deslocar-se e recomeçar.
“Teste sensorial” de uma digitalização fraca:
- Som: ouve-se um tac-tac-vruuum constante do cortador, em vez do hummm regular de costura contínua.
- Toque: o avesso fica áspero, denso e com nós/pontos inconsistentes.
- Visão: aparecem “jump stitches” (linhas longas a flutuar) a ligar objectos que deveriam ser contínuos.
Impacto em produção:
- Tempo: cada ciclo de corte pode acrescentar 7–10 segundos. Num desenho com 20 saltos desnecessários, são vários minutos perdidos.
- Qualidade: o ponto satin é mais vulnerável no início e no fim. Menos paragens = menos risco de abrir/desfiar.
- Alinhamento: sempre que a máquina pára e salta, o tecido pode relaxar ou deslocar-se. Costura contínua mantém a tensão mais estável.
Se o objectivo é melhorar o fluxo de trabalho — reduzir distorção do tecido e tempo morto — é aqui que as “competências de software” têm de bater certo com a “realidade física” do bastidor. Mesmo o melhor ficheiro pode falhar se a montagem no bastidor for fraca. Muitas oficinas profissionais combinam digitalização limpa com bastidores de bordado para máquinas de bordar consistentes para garantir que o percurso desenhado no ecrã cai exactamente onde deve no tecido.

Digitalizar a lâmpada e a base com Shapes
Esta secção é a fase do “componente mestre”. Vai construir uma lâmpada perfeita e, depois, duplicá-la. Vale a pena investir mais um minuto aqui para preparar um percurso que não “lute” consigo mais tarde.

Passo 1 — Importar a imagem e dimensionar para digitalização
- Abrir o PE-Design 10 e ir ao separador Image.
- Clicar no ícone da pasta amarela para procurar no computador.
- Seleccionar o JPEG guardado como referência. A imagem aparece na grelha.
- Acção: redimensionar pelos puxadores dos cantos.
- Dica profissional: decidir já o tamanho final. Escalar um ficheiro digitalizado mais tarde em mais de ~20% pode comprometer densidades e acabamentos.
- Clicar fora da imagem para a desseleccionar. Isto ajuda a evitar arrastar a imagem sem querer enquanto coloca pontos/nós.
Ponto de controlo: a imagem de referência está na grelha exactamente ao tamanho pretendido para bordar.
Resultado esperado: é possível fazer zoom e traçar sem a imagem de fundo se deslocar.

Passo 2 — Digitalizar o corpo da lâmpada com Closed Curve
O corpo é a parte principal e colorida.
- Ir a Shapes.
- Seleccionar a ferramenta Closed Curve.
- Definição crítica: em Outline (Line Sew), escolher Not Sewn. Em Fill (Region Sew), escolher Blue.
- Acção: clicar ao longo do contorno da lâmpada para traçar.
Ponto de controlo: surge uma forma cheia a azul por cima da imagem. Não deve existir contorno cosido.
Resultado esperado: um único objecto de enchimento limpo.
Nota técnica (Push/Pull): porquê “Not Sewn” no contorno? Em formas como esta, um contorno em ponto corrido pode ficar “engolido” pelo enchimento ou, pior, empurrar o tecido e criar desalinhamentos (gapping). Um enchimento limpo sem contorno tende a ser mais tolerante.
Passo 3 — Digitalizar a base com Straight Closed e fixar entrada/saída
Este é o passo mais importante para o método de “percurso contínuo”.
- Seleccionar Straight Closed (atalho: Z).
- Digitalizar a base quadrada/rectangular da lâmpada.
- Alterar a cor para verde musgo (para coincidir com o fio mais tarde).
- O ponto-chave: mudar para a ferramenta Entry/Exit Point (normalmente com marcadores/setas).
- Acção: arrastar o ponto de início e o ponto de fim para a parte inferior da base.
Ponto de controlo: confirmar visualmente que os marcadores de entrada/saída estão em baixo (idealmente centrados) na base verde.
Resultado esperado: a máquina termina este objecto exactamente onde o fio vai começar, reduzindo saltos e cortes.


Dica prática inspirada em feedback de utilizadores
Eficiência é também “memória muscular”. Muitas vezes, um clique com o botão direito num objecto seleccionado dá acesso rápido a propriedades e a comandos como Group, sem ter de ir ao menu superior. Em produção, pequenos segundos repetidos muitas vezes fazem diferença.
Criar brilhos com a ferramenta Manual Punch
O brilho (a pequena reflexão branca) dá volume à lâmpada. Sem ele, o desenho fica “plano”. Aqui usa-se a ferramenta Manual Punch, que dá controlo total sobre cada penetração da agulha.

Passo 4 — Fazer a reflexão com Manual Punch (primeiro ponto corrido, depois satin)
O ponto satin (ziguezague) precisa de “ancoragem” para ficar estável. Se começar logo com satin, os primeiros pontos podem ficar soltos.
- Ir a Shapes > Manual Punch.
- Definir a cor como White.
- Ancoragem: colocar 2–3 pontos em linha (ponto corrido) dentro da área do brilho.
- Satin: colocar pontos em sequência cima–baixo–cima–baixo para formar o ziguezague.
- Guia mental: como atar um sapato — esquerda, direita, esquerda, direita.
- Fazer duplo clique para terminar.
Ponto de controlo: aparece uma reflexão branca com aspecto “brilhante”.
Resultado esperado: pontos definidos e firmes; a ancoragem fica escondida por baixo do satin.
Porque é que a ancoragem importa: Ao digitalizar para uma máquina de bordar brother, este hábito ajuda a estabilizar o início do satin e a reduzir o risco de laçadas/soltura no arranque.
Duplicar e colorir os elementos do desenho
Agora que existe uma “lâmpada mestre” com entrada/saída correcta e brilho ancorado, é altura de replicar. Não repetir trabalho.

Passo 5 — Agrupar as partes para não “se separarem”
- Com a ferramenta Select, arrastar uma caixa a seleccionar Corpo Azul, Base Verde e Brilho Branco.
- Comando: agrupar (Ctrl+G ou botão direito > Group).
Ponto de controlo: ao arrastar a lâmpada, a base e o brilho movem-se juntos.
Resultado esperado: uma unidade única e fácil de posicionar.
Passo 6 — Duplicar a lâmpada agrupada (Ctrl + D)
- Seleccionar o grupo.
- Premir Ctrl + D.
- Repetir até ter quatro lâmpadas.
Ponto de controlo: quatro cópias idênticas no ecrã.
Resultado esperado: consistência visual e técnica.

Passo 7 — Recolorir sem recolorir o grupo inteiro
Isto é um erro muito comum no PE-Design.
- Armadilha: se seleccionar o grupo todo e escolher “Red”, corpo, base e brilho ficam todos vermelhos.
- Solução: seleccionar o grupo uma vez e, depois, clicar novamente apenas no corpo (sub-selecção).
- Seleccionar apenas o corpo da segunda lâmpada e mudar para Orange.
- Seleccionar apenas o corpo da terceira lâmpada e mudar para Green.
- Seleccionar apenas o corpo da quarta lâmpada e mudar para Red.
Ponto de controlo: as bases mantêm-se verdes e os brilhos mantêm-se brancos.
Resultado esperado: grinalda multicolor com construção uniforme.
Passo 8 — Ocultar a imagem de fundo e organizar as lâmpadas
- Desligar a visualização da imagem no separador/área de Image para limpar o espaço de trabalho.
- Organizar as lâmpadas numa curva/onda agradável.
- Usar o manipulador de rotação para inclinar de forma natural.
Ponto de controlo: deve parecer uma grinalda “pendurada”, não uma linha rígida.
Ligar as lâmpadas: criar o fio
Visualmente, o fio liga as lâmpadas. Estruturalmente, o fio é o caminho de deslocação que permite à máquina ir de uma lâmpada à seguinte sem cortar a linha.

Passo 9 — Desenhar o fio com Open Curve e Line Sew em ziguezague
- Ir a Shapes > Open Curve.
- Definições: Line Sew = ON. Line Sew Type = Zigzag Stitch.
- Verificação de dados: definir a largura do ziguezague para 2.0mm – 2.5mm.
- Cor: escolher o mesmo verde musgo usado nas bases.
- Acção: desenhar a linha a começar exactamente na parte inferior da base da primeira lâmpada e terminar exactamente na parte inferior da base seguinte (duplo clique para finalizar cada segmento).
Ponto de controlo: o ziguezague verde faz a ponte entre as bases.
Resultado esperado: ligação visual coesa.
Nota técnica (comportamento do material): porquê ziguezague e não ponto corrido? Em malhas (ex.: T-shirt), um ponto corrido é rígido e pode rebentar com a elasticidade. O ziguezague tem “cedência” lateral e tolera melhor a extensão.
O segredo para eliminar jump stitches: sequenciação manual
Este é o núcleo do tutorial. O software tende a agrupar por cor (todos os azuis, depois todos os verdes), o que faz a máquina “saltar” dentro do bastidor. Aqui, a ideia é forçar uma costura linear e ligada.

Passo 10 — Adicionar o monograma
- Seleccionar a ferramenta de Texto.
- Escolher uma fonte serifada.
- Escrever “M” e posicionar ao centro.
Ponto de controlo: o desenho está visualmente completo — agora torna-se “bordável” em produção.
Passo 11 — Não confiar apenas no “optimized sewing order”
A optimização automática é útil para agrupar cores, mas não entende necessariamente a topologia das ligações. Numa máquina de bordar de uma cabeça, cada salto custa tempo e pode afectar o alinhamento. O objectivo é criar um “caminho ligado”.
Passo 12 — Reordenar manualmente: Base → Fio → Base → Fio
Pense nisto como carris.
- Abrir o painel Sewing Order / Sequence.
- Se necessário, desagrupar para ver as partes individuais.
- Lógica:
- Bordar a Base da Lâmpada 1.
- Bordar imediatamente o Fio 1.
- Bordar imediatamente a Base da Lâmpada 2.
- Bordar imediatamente o Fio 2.
- (Repetir)
- Acção: arrastar e largar as camadas no painel para corresponder a esta ordem.
Métrica de sucesso: no ecrã, as linhas pontilhadas (saltos) entre bases e fios verdes devem desaparecer.
Ponto de controlo: a sequência forma uma cadeia contínua.
Resultado esperado: os elementos verdes são cosidos num só “traço”, quase como escrita, sem cortes intermédios.
Passo 13 — Executar o simulador e abrandar para validar o fluxo
- Clicar no botão Simulator.
- Baixar a velocidade para “Slow”.
- Verificação visual: a agulha virtual flui de base para fio sem saltar?
Ponto de controlo: os cortes devem ocorrer essencialmente nas mudanças de cor (ex.: parar o verde para mudar para vermelho no corpo, ou para o monograma).
Checklist de operação (teste “Go/No-Go”)
- [ ] Entradas/Saídas: todas as bases com pontos de entrada/saída na parte inferior.
- [ ] Especificação do fio: fio em ziguezague (não ponto corrido) para tolerância em malhas.
- [ ] Sequência: painel com Base 1 -> Fio 1 -> Base 2 -> Fio 2.
- [ ] Simulação: sem saltos inesperados dentro da camada verde.
- [ ] Mudança de cor: aceitar que haverá corte para bordar o monograma (mudança de cor).
Resolução de problemas
Use esta matriz se o desenho não estiver a comportar-se como esperado.
| Sintoma | Causa provável | Correcção rápida |
|---|---|---|
| Muitos saltos | Sequência padrão por cores. | Reordenar manualmente no painel (Base -> Fio). |
| Gapping (espaço branco) | Efeito push/pull do tecido. | Garantir que o fio entra 1–2 mm dentro da base (ligeira sobreposição), não apenas a tocar na borda. |
| Erro ao recolorir | Grupo inteiro seleccionado. | Sub-seleccionar o objecto correcto dentro do grupo antes de mudar a cor. |
| Pontos soltos | Falta de ancoragem. | Adicionar um pequeno ponto corrido antes de iniciar satins largos (Manual Punch). |
| Falha de ligação ao enviar | Problema de computador/driver. | Se o PE-Design 10 não enviar por USB no Windows 10/11, verificar o Gestor de Dispositivos; pode ser necessário um driver legado. |
Preparação
Digitalizar é 50% da batalha. Os outros 50% são a preparação do “suporte” (tecido) e a consistência do processo.
Consumíveis e verificações (o que muita gente esquece)
- Agulhas: 75/11 Ballpoint para malhas (T-shirts) ou 75/11 Sharp para algodão tecido. Agulha gasta pode desfiar a linha mesmo com ficheiro perfeito.
- Linhas: garantir a paleta (Azul, Laranja, Verde, Vermelho, Branco).
- Tesouras: tesoura curva para cortar o salto para o monograma, se existir.
- Estabilizador (entretela) de bordado: a base do bordado.
- Regra prática: se o tecido estica (T-shirt), usar Cut-Away. Se o tecido é estável (toalha), usar Tear-Away.
- Montagem no bastidor: aqui é onde muitos desenhos ligados falham. Se o bastidor ficar torto, o “fio” pode parecer desalinhado. Em produção, o tempo ganho por menos cortes perde-se se a montagem no bastidor for lenta e inconsistente.
É por isso que uma estação de colocação de bastidores de bordado é comum em ambientes comerciais: transforma o alinhamento de “arte” em processo repetível.
Árvore de decisão: escolher estabilizador conforme o comportamento do tecido
- O tecido estica (malhas/elastano)?
- SIM: usar Cut-Away. (Ajuda a evitar que o desenho “ovalize”).
- NÃO: avançar para 2.
- O tecido é fofo/alto (toalhas/polar)?
- SIM: Tear-Away por baixo + Water Soluble Topper por cima.
- NÃO (algodão/canvas): Tear-Away.
Checklist de preparação
- [ ] Imagem de referência dimensionada antes de traçar.
- [ ] Paleta de cores alinhada com as linhas físicas disponíveis.
- [ ] Agulha correcta instalada.
- [ ] Zona da bobina limpa de cotão.
- [ ] Tecido de teste semelhante ao tecido final.
Configuração
A configuração faz a ponte entre o computador e a agulha.
Pontos de controlo para evitar “perfeito no ecrã, confuso no tecido”
- Gestão de cortes: confirmar as definições de corte automático. Neste desenho, o corte automático deve estar activo, mas é normal que não corte durante a secção verde contínua (e isso é desejável).
- Tensão no bastidor: o tecido deve ficar tenso como pele de tambor, mas sem ser esticado fora de forma.
- Teste táctil: dar um toque no tecido; deve soar a tambor “surdo”. Se estiver frouxo, o alinhamento sofre.
O gargalo da montagem no bastidor: Em máquinas de uma só agulha, bastidores plásticos podem ser fonte de frustração: podem deixar marcas do bastidor em tecidos escuros e o aperto do parafuso exige força. Por isso, muitos bordadores optam por um bastidor de bordado magnético para máquina de bordar Brother ou por bastidores de bordado magnéticos, que seguram o tecido por força magnética e podem reduzir marcas e acelerar a re-montagem.
Checklist de configuração
- [ ] Corpo da lâmpada: “Outline” desligado (Not Sewn).
- [ ] Base da lâmpada: pontos de entrada/saída em baixo.
- [ ] Montagem no bastidor: tecido tenso e alinhado.
- [ ] Bobina: bobina cheia (ficar sem linha a meio do “fio” é crítico).
- [ ] Posição inicial: agulha centrada conforme o template.
Controlos de qualidade
Antes de avançar para a peça final, fazer uma verificação “pré-voo”.
Controlos no ecrã
- Auditoria de zoom: ampliar para 400% e verificar as ligações Base–Fio. Existe folga?
- Correcção: sobrepor ligeiramente o fio dentro da base.
- Auditoria de pontos: há zonas com muitos nós concentrados?
- Correcção: eliminar nós em excesso e suavizar curvas.
Controlos de percurso (auditoria de cortes)
- Abrir o painel Sewing Order.
- Existem ícones de tesoura entre base verde e fio verde?
- Veredicto: se SIM, voltar ao Passo 12. Se NÃO, está pronto.
Controlos no bordado real
- Fazer uma amostra em tecido de teste.
- Verificação do avesso: no satin, a linha da bobina deve ocupar aproximadamente o terço central da coluna.
- Falha: se a linha superior aparece em laçadas no avesso, a tensão superior está demasiado solta.
- Verificação de distorção: se o fio falha a base no tecido (mas no ecrã está perfeito), a estabilização é insuficiente ou a montagem no bastidor está frouxa.
Se for difícil manter alinhamento consistente em séries, muitas vezes não é “falta de jeito” — é falta de processo e ferramentas. Boas práticas de colocação de bastidor para máquina de bordar combinadas com uma estação dedicada ou bastidores magnéticos reduzem variáveis.
Resultados
Fica com um ficheiro pronto para produção no PE-Design 10 para uma grinalda festiva de lâmpadas de Natal.
O ADN do desenho:
- Eficiência: a sequência “Base → Fio” elimina cortes desnecessários.
- Estrutura: fios em ziguezague dão flexibilidade em malhas.
- Estética: contornos “Not Sewn” criam um aspecto limpo; brilhos ancorados dão definição.
- Robustez: menos nós reduz movimentos bruscos e ajuda a evitar deflexão da agulha.
O ganho prático não é apenas um desenho bonito — é um salto de maturidade na digitalização: passa de “desenhar uma imagem” para “programar uma máquina”.
Se decidir bordar isto em série (por exemplo, várias camisolas ou meias personalizadas), pense também no percurso de equipamento. Um bastidor de bordado magnético costuma ser uma das primeiras melhorias com retorno, por reduzir marcas do bastidor e esforço. Para escalar ainda mais, uma máquina multiagulhas reduz a necessidade de trocar manualmente as cores das lâmpadas, tornando o processo mais fluido.
